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Casa
3 Quarto(s)
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JARDIM DAS ORQUIDEAS
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Notícias

Intenção de consumo em janeiro atinge alta recorde, diz CNC

Indicador subiu 5,1% entre dezembro do ano passado e janeiro deste ano, para 95,9 pontos. Um ambiente de juros mais baixos, inflação controlada e sinais de melhora no emprego levou a intenção de consumo a mostrar, em janeiro, o mais elevado patamar em nove anos. É o que mostrou nesta quinta-feira (17) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) ao anunciar a Intenção de Consumo das Famílias (ICF). Vendas do comércio sobem 2,9% em novembro O indicador subiu 5,1% entre dezembro do ano passado e janeiro deste ano, para 95,9 pontos. Foi a maior elevação da série histórica do indicador, afirmou Antônio Everton, economista da CNC. Consumidora faz compras em mercado em São Paulo. Paulo Whitaker/Reuters Ele acrescentou, ainda, que as perspectivas para o comércio são mais favoráveis esse ano. Tanto que a entidade revisou para cima a projeção de alta, para 2019, no volume de vendas do varejo ampliado, que inclui automóveis e materiais de construção, de 5,5% para 5,8%. Em 2017, as vendas do varejo subiram 4%. A projeção é que, em 2018, as vendas do ampliado tenham avançado 4,8%, de acordo com a entidade. Alta em todos os itens Na pesquisa, os sete tópicos usados para cálculo do ICF mostraram aumento em todas as comparações. É o caso das altas observadas, em janeiro ante dezembro, de emprego atual (3,1%); perspectiva profissional (5%); renda atual (3,8%); compra a prazo (4,9%); nível de consumo atual (4,4%); perspectiva de consumo (5,8%); e momento para duráveis. Na comparação com janeiro de 2018, houve aumentos de 7,4%; de 12,7%; de 14%; de 13,8%; de 24,6%; de 20,5% e de 15,9%, respectivamente em cada um daqueles segmentos. “Tivemos um elemento de ‘combustão’ muito grande para elevar a intenção de consumo que foi sinal de reativação do mercado de trabalho”, observou o especialista. Na prática, o consumidor percebe maior ritmo de abertura de vagas, e eleva perspectiva de consumo para os próximos meses. “Creio que os meses de novembro e de dezembro mostraram um otimismo muito grande quanto ao futuro, e uma vontade grande dos consumidores em voltar a comprar nos próximos meses” acrescentou. O técnico não descartou possibilidade de o ICF volte ao patamar acima de 100 pontos este ano, mais favorável ao consumo (o indicador vai até 200 pontos). “Estamos com essa expectativa [de retorno aos 100 pontos]. Não sabemos exatamente quando vai acontecer, mas acho que pode ocorrer este ano”, observou. “As condições de consumo, este ano, estão bem melhores [do que as do ano passado]. Os consumidores estão mais confiantes”, afirmou.

Opep corta oferta de petróleo antes de início de acordo com aliados

Neste mês, entra em vigor acordo que planeja redução de 1,2 milhão de barris por dia. Funcionário trabalha em campo de petróleo Sergei Karpukhin/Reuters A Opep informou nesta quinta-feira (17) que reduziu drasticamente a produção de petróleo em dezembro, antes de um novo acordo de limitação de oferta entrar em vigor, sugerindo que os produtores começaram a evitar um novo excesso de oferta. Em relatório mensal, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) informou que a produção em dezembro caiu 751 mil barris por dia (bpd), na comparação mensal, para 31,58 milhões de bpd, devido a cortes liderados por Arábia Saudita, Líbia e Irã. Opep, Rússia e outros produtores aliados, uma aliança conhecida como Opep+, concordaram em dezembro em reduzir a oferta em 1,2 milhão de bpd a partir de 1º de janeiro. A participação da Opep nesse corte é de 800 mil bpd. A redução em dezembro sinaliza que, se a Opep implementou o novo corte a partir 1º de janeiro, isso deve evitar um superávit que poderia enfraquecer os preços. O petróleo Brent recuou de US$ 86 o barril em outubro para menos de US$ 50 em dezembro, devido a preocupações com o excesso de oferta. A Opep espera que o crescimento da demanda global de petróleo em 2019 caia para 1,29 milhão de bpd, de 1,5 milhão de bpd em 2018, embora o grupo tenha sido mais otimista em relação ao cenário econômico do que no mês passado e tenha apontado para uma melhora no sentimento no mercado de petróleo, onde o barril está acima de US$ 60. "Embora o risco econômico permaneça baixista, a probabilidade de uma moderação no aperto monetário deverá reduzir a tendência de desaceleração do crescimento econômico em 2019", disse a Opep. "Isso se refletiu recentemente nos mercados financeiros globais. O efeito positivo sobre o sentimento do mercado também foi testemunhado no mercado de petróleo", afirmou.

Previsões sombrias para Davos: excesso de crises, mas escassez de líderes mundiais

Encontro ocorre entre os dias 22 e 25 de janeiro. Centro de convenções onde será realizado o Fórum Econômico Mundial, em Davos, é visto coberto de neve na terça-feira (15). Gian Ehrenzeller/Keystone via AP Uma gama de diferentes crises manterá diversos líderes mundiais longe do Fórum Econômico Mundial de Davos na próxima semana, que será realizado em meio a um crescente pessimismo com a economia global e as perspectivas políticas. As expectativas em torno de disputas comerciais, relações internacionais tensas, o Brexit e uma desaceleração do crescimento global que alguns temem ser capaz de levar a uma recessão mundial devem dominar o encontro, que ocorre entre os dias 22 e 25 de janeiro, deixando o clima carregado. O relatório de riscos globais do próprio Fórum, divulgado nesta semana, deu o tom do encontro ao alertar sobre os ventos contrários que se aproximam na economia, em parte devido a tensões geopolíticas entre grandes potências. Cerca de 3 mil líderes de empresas, governos e da sociedade civil devem se reunir no resort de esqui coberto de neve, mas entre eles haverá apenas três líderes do G7, grupo composto pelos sete países mais industrializados do mundo: o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, a chanceler alemã, Angela Merkel, e o premiê italiano, Giuseppe Conte. Donald Trump, que no ano passado roubou os holofotes em Davos com a rara aparição de um presidente norte-americano em exercício, cancelou sua participação devido aos problemas decorrentes da paralisação parcial do governo dos EUA. Seu homólogo francês, Emmanuel Macron, também não irá ao encontro pois precisa lidar com os protestos dos “coletes amarelos”, enquanto a premiê britânica, Theresa May, encontra-se em uma batalha para encontrar uma solução para o Brexit. Fora dos G7, os líderes de Rússia e Índia não prestigiarão Davos, enquanto a China – cujo presidente Xi Jinping foi o primeiro líder chinês a comparecer à cúpula, em 2017, quando fez uma defesa vigorosa do livre comércio – enviará o vice. Com isso, o papel de tranquilizar líderes empresariais deve ficar a cargo de personalidades como o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, e seu homólogo britânico, Philip Hammond, bem como o vice-presidente chinês, Wang Qishan, e uma série de chefes de bancos centrais. “Davos vai ser dominada por um nível alto de ansiedade sobre os mercados de ações, a desaceleração do crescimento e a política internacional”, disse Nariman Behravesh, economista-chefe da IHS Markit. “A presença de lideranças vai ser menor que no ano passado, mas aqueles que vão, de Mnuchin a chefes de bancos centrais e Abe, vão tentar transmitir uma noção de confiança e acalmar os nervos de homens de negócios e investidores.” Como observadora de Davos, ela disse que a ausência dos principais líderes neste ano não significa que o Fórum perdeu seu apelo como plataforma global para políticos de alto nível apresentarem sua agenda. O baixo comparecimento entre os principais líderes ocidentais pode também dar maior destaque a personagens políticos que de outra maneira poderiam não aparecer tanto. Davos será a primeira viagem internacional importante do presidente Jair Bolsonaro, eleito em meio a uma onda de nacionalismo conservador e anti-establishment também vista em outros países. No Twitter, Bolsonaro disse que apresentará “um Brasil diferente, livre das amarras ideológicas e corrupção generalizada”.

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Barracão

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