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Notícias

Ernesto Araújo, um ocidentalista, futuro ministro das Relações Exteriores

O presidente eleito Jair Bolsonaro e o futuro ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo Alvaro Costa/TV Globo A surpresa com a indicação do diplomata Ernesto Araújo para o Ministério das Relações Exteriores pelo presidente eleito Jair Bolsonaro desperta curiosidade sobre quem é e o que pensa o futuro chanceler. Uma boa amostra do pensamento do futuro ministro pode ser encontrada no "Cadernos de Política Exterior", Ano III Número 6, Segundo Semestre de 2017. Trata-se de uma publicação do Instituto de Pesquisas de Relações Internacionais do Itamaraty. O texto, de 33 páginas, parte de uma análise do significado da eleição de Donald Trump nos Estados Unidos. E o que, para o autor, representa para o Ocidente a política externa de Trump. Mas a eleição de Trump, a que ele dá especial relevo, é ponto de partida para uma abordagem mais detalhada e profunda do que o autor entende ser a situação do Ocidente e os riscos aos quais se expõe a cultura ocidental. E sugere como o Brasil deve se posicionar diante disso. Vale a pena reproduzir o resumo do texto que está na abertura do artigo: "O presidente Donald Trump propõe uma visão do Ocidente não baseada no capitalismo e na democracia liberal, mas na recuperação do passado simbólico, da história e da cultura das nações ocidentais. A visão de Trump tem lastro em uma longa tradição intelectual sentimental, que vai de Ésquilo a Oswald Spengler e mostra o nacionalismo como indissociável do Ocidente. Em seu centro está não uma doutrina econômica e política, mas o anseio por Deus, o Deus que age na História". E completa: "Não se trata tampouco de uma proposta de expansionismo ocidental, mas de um pan-nacionalismo. O Brasil necessita refletir e definir se faz parte desse ocidente". No longo texto, Ernesto Araújo analisa dois discursos de Donald Trump. O primeiro feito em Varsóvia, no dia 06 de julho de 2017. O segundo foi pronunciado na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, no dia 19 de setembro do mesmo ano. Nos dois casos, ele disseca o que entende ser a essência da política externa de Trump e a sua visão do Ocidente. Ao fazer isso, expõe também sua própria visão do mundo de hoje. Ao invés de analisar o texto e explorar até que ponto o pensamento nele expresso estará presente na política externa de Jair Bolsonaro, vamos reproduzir alguns trechos da escrita do futuro ministro. Ressaltando que isso não substitui a necessidade de uma leitura integral do texto para melhor compreensão do pensamento de Ernesto Araújo. "Muita gente não sabe o que o Ocidente está jogando, muito menos o que está perdendo... Passou a ser politicamente incorreto e, portanto, inaceitável, nos círculos de boa conversação, falar de uma Civilização Ocidental, ou utilizar o modelo das relações internacionais baseado na competição entre as diferentes civilizações, proposto por Samuel Huntington, onde uma civilização possa vencer e a outra perder. Só se pode falar de Civilização Ocidental se for para denegrir o seu passado ou para negar a sua existência ou relevância no presente". "...e se Donald Trump for, hoje, o único estadista ocidental que entende o jogo e está disposto a jogá-lo, o único que percebe a urgência destes últimos segundos do último tempo? O certo é que Trump desafia nossa maneira usual de pensar. Aceitemos esse desafio. Não nos satisfaçamos com uma caricatura, com matérias de 30 segundos que aparecem no Jornal Nacional e tentam sempre mostrar um Trump desconexo, arbitrário, caótico... Trump parece ter hoje uma visão de mundo que ultrapassa em muitas léguas, em profundidade e extensão, as visões da elite hiperintelectualizada e politizada que o despreza". "Em Varsóvia, no dia 6 de julho de 2017, Trump pronunciou um discurso marcante em defesa do Ocidente. Um discurso que nenhum outro estadista do mundo de hoje teria a coragem ou capacidade de pronunciar. O tema central é a visão de que o Ocidente está mortalmente ameaçado desde o seu interior e somente sobreviverá se recuperar o seu espírito". E citando trechos do discurso: "No povo polonês, vemos a alma da Europa. Vocês perderam a sua nação, mas nunca perderam o seu orgulho. A nação de vocês é grande porque o seu espírito é grande e o seu espírito é forte. A história da Polônia é a história de um povo que nunca perdeu a esperança, que nunca se deixou quebrar e que nunca, nunca esqueceu quem ele mesmo é". Ernesto Araújo completa: "Trump enxerga a primazia do espírito sobre o poder material". "Em um momento central do discurso, Trump relembra a primeira missa do papa polonês ( João Paulo II) em Varsóvia, em 1979, quando um milhão de pessoas entusiasmadas interrompeu (sic) o sermão para gritar: 'Queremos Deus'. O presidente americano interpreta, nesse grito, uma fusão do nacionalismo com a fé, a fé como parte integrante do sentimento nacional e vice-versa...". "O povo da Polônia, o povo da América, o povo da Europa ainda gritam: 'Queremos Deus'. O discurso transita então dessa Polônia entendida como um modelo em pequena escala de toda a alma ocidental, em seu passado de resistência, para o Ocidente de hoje. O Ocidente, em sua visão, muito longe de viver tranquilo, sentado no topo da cadeia alimentar da globalização como muitos supõem, está sob séria ameaça". E qual seria essa ameaça? O texto prossegue: "As ameaças visíveis, Trump as encontra no "terrorismo islâmico radical", mas também, como – o que pode surpreender pelo prosaísmo nesse contexto de luta existencial – na burocracia, essa força que "drena a vitalidade e a riqueza do povo". Porém, Trump enxerga bem mais longe do que esses perigos, e neles enxerga mais do que uma simples questão de segurança ou eficiência econômica. Para ele, o verdadeiro e enorme perigo é a perda da própria identidade ocidental, a perda do espírito, o desaparecimento dos laços de cultura e fé e tradição que fazem quem somos". "O homem pós-moderno não tem ancestrais, as sociedades pós-modernas não têm heróis. Trump, ao falar de alma, desafia frontalmente o homem pós-moderno, que não tem alma, que tem apenas processos químicos ocorrendo aleatoriamente em seus neurônios. Trump fala de Deus, e nada é mais ofensivo para o homem pós-moderno, que matou Deus há muito tempo e não gosta que lhe recordem o crime". "O Ocidente pós-moderno é um Ocidente que não quer olhar para si mesmo, que tem um forte impulso de auto-contestação e por vezes até mesmo celebra a substituição de sua cultura por aquela dos imigrantes não ocidentais que chegam em número crescente. Não o faz por ser altruísta, por compaixão ou tolerância, estas apenas uma máscara: no fundo, o Ocidente escancara as portas para milhões de imigrantes porque se nega a si mesmo, porque está psiquicamente doente. Trumpo quer deter esse avanço autodestrutivo". "Pode-se formular a hipótese de que Índia, China e Japão dão hoje continuidade a uma longa linha nacionalista que principia nos primórdios dessas culturas. Todos eles praticam um profundo exclusivismo cultural, preservam sem pudor seus deuses e as tumbas dos seus ancestrais. No entanto, segundo dogmas politicamente corretos de hoje, aquelas culturas nunca são chamadas de fascistas. Só se contesta a identidade, só se prega a diversidade no Ocidente". "A fundação da União Europeia anulou, pasteurizou todo o passado. 'Europa' já não significa todo aquele cabedal de experiência humana, mas apenas um conceito burocrático e um espaço culturalmente vazio regido por valores abstratos. Os europeus de hoje podem até estudar sua história, mas não a vivem como um destino, muito menos a celebram, nem a entendem como sua, não veem nela um sentido nem um chamado". "O Ocidente não está baseado em valores, não está baseado em tolerância nem em democracia, está baseado em Platão, Aristóteles, César e Alexandre, São Paulo e Santo Agostinho, Washington e Jefferson, batalhas e milagres, paixões e gueras, a cruz e a espada. O Ocidente tem cara, nome e sangue. Ideais e valores sim, mas esses ideais e valores não estão nos panfletos da Comissão Europeia nem nas decisões de qualquer corte de direitos humanos, estão nas cicatrizes do passado, seus heróis e mártires". "Os EUA iam entrando no barco da decadência ocidental, entregando-se ao niilismo, pela desidentificação de si mesmos, pela desaculturação, pela substituição da história viva pelos valores abstratos, absolutos, inquestionáveis. Iam entrando, até Trump." "O Ocidente nasceu interrogando o sentido das palavras, mas ultimamente desistiu. Se Sócrates chegasse hoje e, usando seu famoso método, começasse a perguntar: 'o que é racismo', 'o que é justiça social', 'o que são direitos humanos', 'o que é um direito', 'o que é humano', e se pusesse a desmascarar a inanidade intelectual e a superficialidade destes e de outros conceitos seria novamente condenado a beber cicuta". "O Ocidente de Trump é o patrimônio mais profundo das nações que o compõem. Nesse quadro, Deus mesmo não deixa de ser um símbolo, o super-símbolo – ao mesmo tempo em que é real e super-real. Evidentemente, esse Deus por quem os ocidentais anseiam ou deveriam ansiar, o Deus de Trump (quem imaginou que alguma vez leria essas palavras, 'O Deus de Trump'?) não é o Deus consciência cósmica, ainda vagamente admitido em alguns rincões da cultura dominante. Nada disso. É o Deus que age na história, transcendente e imanente". "No Itamaraty aprendemos ao longo de décadas a evitar, a todo custo, qualquer submissão do Brasil a um bloco, de modo a preservarmos a capacidade de desenvolver uma política externa autônoma. Queremos relacionar-nos com todos os blocos, mas sem fazer exclusivamente parte de nenhum deles... Mas esse não alinhamento absoluto não deveria impedir o Brasil de alinhar-se consigo mesmo e com a própria essência de sua nacionalidade, se chegarmos à conclusão de que essa essência é ocidental". "O povo brasileiro parece ser autêntica e profundamente nacionalista, desse modo, o Brasil não teria porque sentir-se desconfortável diante de um projeto de recuperação da alma do Ocidente a partir do sentimento nacional. O Brasil – mesmo que não o queira – faz parte do Ocidente, e esse Ocidente está – mesmo que não o veja – em um conflito de gigantescas proporções por sua própria sobrevivência". O texto termina parodiando uma frase do filósofo alemão Martin Heidegger ("Nur noch ein gott kann uns retten" – somente um Deus pode nos salvar): "Talvez Heidegger mudasse de opinião após ouvir o discurso de Trump em Varosóvia e observasse: Nur noch Trump kann das Abendland retten, somente Trump pode ainda salvar o Ocidente". Editoria de Arte / G1

Equipe de transição informa que Mansueto Almeida permanecerá no Tesouro Nacional em 2019

Ele está no cargo desde abril deste ano. Pesquisador do IPEA, cursou doutorado em Políticas Públicas no MIT, Cambridge (USA). O novo secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida. Marcelo Camargo/Agência Brasil O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, permanecerá no no cargo no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro, que terá início em 2019. A informação foi divulgada pela equipe de transição nesta quinta-feira (15). Almeida assumiu o cargo em abril deste ano. Ele é formado em economia pela Universidade Federal do Ceará, é mestre em economia pela Universidade de São Paulo (USP) e cursou doutorado em Políticas Públicas no MIT, Cambridge (USA), mas não defendeu a tese. Mansueto é técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA, tendo assumido, entre outros, os cargos de coordenador-geral de Política Monetária e Financeira na Secretaria de Política Econômica no Ministério da Fazenda (1995-1997), assessor da Comissão de Desenvolvimento Regional e de Turismo do Senado Federal (2005-2006) e Assessor Econômico do Senador Tasso Jereissati. Quando era pesquisador do Ipea, Mansueto Almeida concedia muitas entrevistas para a imprensa, principalmente expondo análises sobre o comportamento das contas públicas, possuía um blog sobre desenvolvimento local, política econômica e crescimento (desativado quando entrou no governo), e participava ativamente de debates nas redes sociais. Depois que ingressou no Ministério da Fazenda, continuou postando no Twitter, mas com menos frequência. O principal desafio de Mansueto Almeida, no Tesouro Nacional, continuará sendo reequilibrar as contas públicas, que vêm registrado déficits desde 2014. Nos últimos anos, o rombo foi superior a R$ 100 bilhões. Para o próximo ano, a meta é de um déficit primário (despesas maiores do que receitas, sem contar juros da dívida pública) de até R$ 139 bilhões. No mês passado, ao ser questionado sobre a proposta da equipe econômica do Bolsonaro de zerar o déficit primário das contas públicas em um ano, Mansueto Almeida e respondeu que isso seria possível, em 2019, somente se houver uma receita extraordinária "muito grande". E acrescentou, na ocasião, que, mesmo se isso acontecesse as contas voltariam ao vermelho em 2020. O governo vem costurando a votação da chamada "cessão onerosa" no Senado Federal. De acordo com o presidente da Casa, Eunício Oliveira, isso pode gerar uma receita extraordinária de R$ 120 bilhões a R$ 130 bilhões. Parte desse valor pode ser repassado a estados e municípios. "Mesmo decisões de privatização e concessões têm efeitos inesperados. É difícil controlar o cronograma. Só seria possível [zerar o déficit] com receita extraordinária muito elevada. Mas o mero fato de zerar o déficit no próximo ano, se ocorresse essa receita extraordinária, não significa que o ajuste está feito. No ano seguinte, o problema volta", disse Almeida em outubro. Reforma da Previdência De acordo com o secretário do Tesouro Nacional, seria necessária uma reforma da Previdência para que as contas públicas tenham uma dinâmica melhor no futuro e retornem ao azul mais rapidamente. Interpelado no mês passado sobre a proposta de instituir um regime de capitalização na Previdência Social, também da equipe de Bolsonaro, Mansueto respondeu que é uma "ideia boa", mas que, para ser "viável" (pois gera um rombo fiscal grande entre o descasamento de receitas e despesas), teria que ser algo "muito gradual, que só vai começar daqui a 10, 15, 20 anos". Ele defendeu, de imediato, a aprovação de uma reforma nos moldes da que está tramitando no Congresso Nacional. "As [propostas] mais viáveis [de capitalização] são graduais. Se passar imediatamente, isso tem um custo altíssimo. Depende de como é desenhado esse regime, mas o custo é expressivo. Dá pra montar, desde que seja algo muito gradual, que vai começar daqui a 10, 15 anos. Maior desafio [da previdência neste momento] é estabelecer regras para acúmulo de aposentadorias e pensões, estabelecer uma idade mínima de aposentadoria e regras iguais para setor público e privado", declarou naquele momento.

Roberto Campos Neto é indicado para comandar o BC no governo Bolsonaro
Executivo do banco Santander também é neto do ex-ministro e economista Roberto Campos, ex-ministro do Planejamento e representante do pensamento liberal. O economista Roberto Campos Neto, executivo do banco Santander, foi indicado para comandar o Banco Central na gestão do presidente Jair Bolsonaro, a partir de janeiro do ano que vem. A informação é da equipe de transição do governo eleito. Nessa última semana, ele foi visto no centro de transição, em Brasília. O indicado, conforme diz seu nome, é neto do economista Roberto Campos, expoente do pensamento liberal e defensor do Estado minimalista no país, tendo ocupado, entre outros cargos, o Ministério do Planejamento e Coordenação Econômica no governo Castelo Branco. Para poder assumir o BC, ele será sabatinado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal e terá de ter seu nome aprovado. Também precisará passar pelo crivo do plenário da Casa. O presidente do Banco Central tem "status" de ministro. Deste modo, tem foro privilegiado. Próximo a Paulo Guedes, futuro ministro da Economia do governo Bolsonaro, a partir de 2019, Campos Neto é, atualmente, responsável pela tesouraria do banco Santander, segundo o blog da jornalista Julia Duailib. Carreira O analista, que tem 49 anos, é formado em Economia pela Universidade da Califórnia, com especialização em Economia com ênfase em Finanças, pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Ele trabalhou no Banco Bozano Simonsen de 1996 a 1999, onde ocupou os cargos de Operador de Derivativos de Juros e Câmbio (1996), Operador de Dívida Externa (1997), Operador da área de Bolsa de Valores (1998) e Executivo da Área de Renda Fixa Internacional (1999). De 2000 a 2003, Campos Neto, segundo o perfil que consta no site do Santander, trabalhou como Chefe da área de Renda Fixa Internacional no Santander Brasil. Em 2004, ocupou a posição de Gerente de Carteiras na Claritas. Ingressou no Santander Brasil em 2005 como Operador e em 2006 foi Chefe do Setor de Trading. Em 2010, passou a ser responsável pela área de Proprietária de Tesouraria e Formador de Mercado Regional & Internacional. Autonomia do Banco Central A indicação do economista acontece em um momento no qual é debatida, no Legislativo, a autonomia formal para o Banco Central - com a fixação de mandatos para presidente e diretoria da instituição, não coincidentes com o presidente da República. Atualmente, o BC uma autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda. A autonomia da instituição, se implementada, diminuiria, de acordo com analistas, a possibilidade de ingerência política nas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, e na supervisão do sistema financeiro - o que contribuiria para reduzir a curva de juros futuros, com impacto nas taxas bancárias. A principal missão da autoridade monetária, pelo sistema atual, é o controle da inflação, tendo por base o sistema de metas. Quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas, o BC reduz os juros; quando estão acima da trajtetória esperada, a taxa Selic é elevada. Durante a campanha eleitoral, um dos pontos discutidos foi a possibilidade de o Banco Central ter um mandato duplo, ou seja, de controlar a inflação e, também, atentar para o crescimento da economia - semelhante ao que acontece nos Estados Unidos. Mas, até o momento, não há informação oficial de que a futura equipe econômica defenderá esse formato. O BC também é responsável por fiscalização as instituições financeiras; autorizar seu funcionamento; estabelecer as condições para o exercício de quaisquer cargos de direção nas instituições financeiras; e vigiar a interferência de outras empresas nos mercados financeiros e de capitais. Metas de inflação O Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou, para 2018, uma meta central de inflação de 4,5%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto para cima e para baixo. Deste modo, pode oscilar entre 3% e 6% sem que seja formalmente descumprida. Para 2019, a meta central é de 4,25%, mas pode variar entre 2,75% e 5,75%. De janeiro a outubro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, somou 3,81% e, em doze meses até outubro, totalizou 4,56%. Analistas do mercado estimam que a inflação ficará em 4,22% neste ano e em 4,21% em 2019, ou seja, em linha com as metas fixadas. Os juros básicos da economia estão estáveis em 6,5% ao ano desde março de 2018, na mínima histórica. Entretanto, com a subida recente da inflação, analistas do mercado financeiro estimam que a taxa básica pode subir para 8% ao ano, até o fim de 2019, para que a meta de inflação seja cumprida. Apesar de a taxa Selic estar no piso histórico, os juros bancários seguem elevados para padrões internacionais. Há linhas de crédito, como o cheque especial e o cartão de crédito rotativo, com juros em cerca de 300% ao ano. Segundo analistas, este será um dos desafios do próximo comandante do Banco Central. Dados do BC mostram que os quatro maiores conglomerados bancários do país detinham, no fim de 2017, 78% de todas as operações de crédito feitas por instituições financeiras no país. Entre os itens que compõem o custo do juros bancário no Brasil, estão: custo de captação dos bancos, depósitos compulsórios, tributos cobrados, despesas administrativas, taxa de inadimplência e o lucro das instituições. Política cambial Outra atribuição do Banco Central é a política cambial, que executa por meio de intervenções no mercado. O formato mais utilizado pela instituição, nos últimos anos, é a oferta de contratos de "swap cambial", instrumentos que funcionam como uma venda de dólares no mercado futuro - o que atenua as pressões de alta no mercado a vista. A instituição também tem outros instrumentos para atuar no mercado de câmbio: a venda direta de dólares das reservas, que não é utilizada desde 2009, e os chamados "leilões de linha" (venda de dólares com compromissos de recompra no futuro). O BC informa que, em sua política de intervenções, não há meta para o dólar, ou seja, o câmbio é teoricamente "flutuante". As intervenções acontecem, de acordo com a instituição, quando há volatilidade mais intensa na moeda norte-americana, ou seja, sobe e desce de cotações em momentos de instabilidade nos mercados. Também diz que a política cambial visa ofercer ao mercado financeiro, e às empresas, proteção contra a subida da moeda. Em posse dos contratos de "swap cambial", os agentes ficam protegidos quando acontece uma disparada do câmbio, pois recebem a variação da moeda, e evitam prejuízos. Além da política cambial, o BC também administra as reservas internacionais, atualmente acima de US$ 380 bilhões. Analistas avaliam que as reservas funcionam como um seguro em momentos de turbulência no mercado, protegendo a moeda brasileira de ataques especulativos. O "carregamento" das reservas, porém, também gera custo para a sociedade. O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, indicou que pode optar por vender parte das reservas no futuro para abater na dívida pública, que somou R$ 5,246 trilhões em setembro, ou 77,2% do Produto Interno Bruto. O objetivo seria diminuir as despesas com juros e aumentar a confiança do mercado financeiro, impactando para baixo as taxas cobradas de empresas e consumidores.

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2 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
JARDIM SILVESTRE II
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Locação:$750.00

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VELHOBOL
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$480,000.00

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PORTAL DA SERRA
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$184,000.00

Barracão

1 Sala(s)
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JARDIM DAS ORQUIDEAS
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JARDIM SILVESTRE IV
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$350,000.00

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$295,000.00

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JARDIM SILVESTRE IV
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